terça-feira, 24 de novembro de 2009

Aprenda com os erros para não tornar a cometer novamente

Muitos profissionais são reprimidos pelos seus gestores em razão de erros que cometem. Porém, os erros podem ser grandes testes para que você estes avaliem a qualidade das suas atividades.

Infelizmente vivemos um problema crônico que alguns autores costumam chamar de “gestão míope” - gestores sem a aptidão adequada para exercer esse trabalho.

O erro pode ser a melhor maneira forma de aprendizado, porém a falta de competência para lidar com a situação, aliada à correria do dia a dia, acaba por desperdiçar uma grande oportunidade a seu favor. Muitos gestores escolhem o caminho mais simples, a punição verbal. Chamar a atenção aos subordinados, muitas vezes na frente de outros colegas de trabalho, acaba constrangendo o profissional e pode gerar sequelas.

O reconhecimento do erro, além de uma atitude nobre, é importante para o crescimento profissional. A partir de uma situação é possível visualizar as possíveis consequências e buscar formas de corrigi-las.

O reconhecimento do erro é primeira fase da “eficiência critica”. Para aprender com erro é preciso ter força de vontade e habilidade para enfrentar a realidade, mesmo que dolorosa. Ser sincero ao admitir um erro é uma qualidade; a humildade demonstra a nobreza do profissional. Admita o seu erro, porém sempre tente tirar o máximo de proveito para aprender com ele; esta é uma ótima forma de se manter sempre em desenvolvimento.

Não tenha medo de olhar os seus erros do passado. Faça um levantamento e análise cada fato; tente encontrar situações onde você poderia melhorar. Os erros fazem parte da vida ou errar é humano.

Não esconda deficiências e nem enganos. Aceite ajuda sincera para corrigir o que for preciso, o mais rápido possível. Quanto mais tempo você leva para sanar um problema, maiores podem ser as consequências.

"O time que comete mais erros sempre ganha", segundo John Woode.

Por Leonardo Soares Grapeia

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A motivação e a melhoria do desempenho

Motivar é uma forma de mudar a atitude de um individuo através de um estímulo. Para mudar uma pessoa, você precisa conhecer quais são seus ideais, planos de vida etc.

Dinheiro é sim um fator motivacional para equipe, mas não é o único e depende do quanto as suas necessidades, respeitando a escala, foram saciadas. Existem outras formas de motivação melhores, como treinamentos, palestras, prêmios e metas.

Plano de motivação
Na implantação de um plano de motivação para sua equipe, não esqueça dos fatores e dicas abaixo:
  • As metas podem ser inteligentes e desafiadoras, mas devem ser possíveis;
  • Deixe sempre que cada um encontre sua forma de chegar, ou seja, seu caminho;
  • Acompanhe a equipe constantemente, ouça e dê feedback da performance geral e individual;
  • Dinheiro é importante, mas um elogio público pode ser mais valioso para o funcionário;
  • Tenha regras claras e transparentes;
  • Ofereça uma forma do funcionário procurar ajuda especializada (um consultor externo, professor etc);
  • Identifique e gerencie a orientação motivacional dos seus colaboradores;
  • Faça uso das emoções e dos sentimentos para motivar e comprometer.
Espero ter mostrado que a motivação é algo muito importante para os funcionários.

Tudo isso pode ser usado, mas com um objetivo, uma meta, muito bem organizada e planejada.

Palavras não mostram quem você é na totalidade; mas suas atitudes sim. Chamar funcionário de colaborador e tratá-lo como um senhor feudal não adianta nada.

Como disse Martin Luther King "Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização".

Extractos do texto de Ricardo Veríssimo

O que é motivação?

A motivação é um conjunto de fatores psicológicos (conscientes ou inconscientes) de ordens fisiológicas, intelectuais ou afetivas, os quais agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo, despertando sua vontade e interesse para uma tarefa ou ação conjunta. (Fonte: Portal do Marketing)

Motivar é um processo que acontece de dentro pra fora. Ou seja, depende do que cada indivíduo deseja, do que o motiva a comprar, a trabalhar melhor, a vender etc.

Um plano de motivação precisa ser antes de tudo direcionado. É preciso saber qual a meta a ser atingida com a ação motivadora. Por exemplo quando vamos implementar um plano de motivação para uma equipe de vendas, precisamos conhecer a equipe, saber o que motiva cada indivíduo e saber que um pode ser motivado por dinheiro e outro não. Para isso é bom conhecer a pirâmide de necessidades de Maslow.

Maslow define uma hierarquia das necessidades humanas. Em ordem crescente que começa na base da pirâmide e termina no topo, as necessidades são numeradas em ordem crescente, das básicas (base) às avançadas (topo):
  1. Necessidades fisiológicas (básicas): tais como a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
  2. Necessidades de segurança: que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;
  3. Necessidades sociais ou de amor: afeto, afeição e sentimentos, tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;
  4. Necessidades de estima: que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;
  5. Necessidades de auto-realização: em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser: “O que os seres humanos podem ser, eles devem ser: eles devem ser fiéis à sua própria natureza!”.
Referências bibliográficas: Pirâmide das Necessidades de Maslow

Extractos do texto de Ricardo Veríssimo