sexta-feira, 1 de março de 2013

5 alternativas ao Microsoft Office

Embora o Microsoft Office é uma das suites de produtividade mais populares disponíveis, ela está longe de ser a única opção disponível. Aqui estão 5 alternativas ao Microsoft Office que você pode considerar a próxima vez que você está olhando para comprar uma suíte de escritório.
Eis a lista das mesmas:
  1. Google Docs é uma suíte de produtividade baseada em nuvem(cloud) que permite criar documentos de texto, planilhas, apresentações e desenhos.
  2.  LibreOffice é uma suite de produtividade gratuita que é projetado para funcionar como uma alternativa ao Microsoft Office.
  3. Kingsoft Office Suite Livre 2012 é, como o nome indica, uma suíte de escritório livre. A versão gratuita inclui um processador de texto, uma planilha eletrônica, e uma aplicação de apresentação.
  4. Apache Open Office é uma suíte de escritório livre que pode traçar suas raízes para bem mais de uma década. Esta suíte de código aberto contém utilitários para criar documentos de texto, planilhas, apresentações, desenhos e fórmulas. 
  5. O Microsoft Office Web Apps são uma alternativa para uma implantação do Office on-premise da Microsoft. Esta suíte de aplicativos em nuvem inclui o Word, Excel, PowerPoint e OneNote.  

Interfaces móveis: princípios, técnicas e peculiaridades

Nesta palestra, são apresentados princípios básicos de interfaces móveis: as diferenças entre clicar e tocar; o que se faz em interface desktop e o que deve ser evitado em mobile; e a importância da simplicidade.

Fonte: InfoQ

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Por uma regulação cartográfica em Angola

A cartografia impressa é historicamente utilizada como fundamento jurídico das pretensões territoriais, incluindo as dos impérios marítimos. No século XXI, a cartografia deverá continuar a ser assim utilizada, mas agora como instrumento de regulação do território enquanto elemento de infraestrutura.
Esta infraestrutura cartográfica tem obtido importância e relevância no Mundo e em particular em Angola, a ponto de algumas instâncias internacionais a considerarem imprescindível em um futuro próximo. Previsões do Comitê Geoespacial da ONU estimam que, em dez anos, a informação geoespacial reproduzida por métodos cartográficos se tornará tão fundamental quanto a energia elétrica, e o governo será mais regulador e menos produtor de cartografia e de dados geoespaciais.
Dada esta relevância, é necessário identificar o regime jurídico que passará a fundamentar a regulação desta infraestrutura. Em Angola o Ministerios do Urbanismo e Habitação, atraves do Instituto de Geodesia e Cadastral de Angola (IGCA) tem a competência cartográfica. Está previsto que o IGCA que cabe ao organizar e manter os serviços oficiais de  geografia e cartografia de âmbito nacional.
Actualmente existe uma espécie de proliferação de empresas que utilizam a cartografia como base de suas atividades. Como exemplo, além da responsabilidade do IGCA de fixar a precisão posicional do Sistema Geodésico de Angola para efeito de transação de propriedades rurais, a actualização do Sistema de Informações Geográficas  de  Angola, as preparação das cartas para inclusão nos planos diretores. Todas estas políticas usam a cartografia como instrumento de representação destas áreas.
Logo, é preciso o IGCA ou criar um órgão autárquico que estabeleça regras claras e funcione como maestro das iniciativas. Uma agência cartográfica, pautada pela criação de um Código Cartográfico, poderia ser o primeiro passo para aprimorar a governança setorial e aprofundar os esforços para se editar uma plataforma cartográfica una. Seria a grande oportunidade para desenvolver políticas públicas multissetoriais com base cartográfica robusta, bem como para redimensionar as profissões de Engenheiro Agrimensor, de Engenheiro Cartógrafo, Geógrafo e outras proximas a area para este novo enfoque.
A cultura regulatória se avizinha à infraestrutura cartográfica, necessidade já percebida em outros segmentos da indústria e que possibilita individualizar direitos e deveres do governo, das empresas e dos cidadãos.
Há um provérbio Chinês que diz que os pais sensíveis dão aos seus filhos raízes e asas. E também um mapa. A cartografia do século XXI é um pressuposto da Justiça, praticada na transação de propriedades, na proteção do meio ambiente, na gestão das cidades, bem como numa infinidade de situações que  Angola como outros paises no mundo de começar a descortinar e que, para tanto, precisará de um preciso mapa.