sexta-feira, 3 de abril de 2009

Como Elaborar Um Bom Currículo em TI

Apesar da crise, existem boas oportunidades de actuação na área de TI em Angola e no exterior. Para ser bem sucedido na hora de se candidatar à uma oportunidade, é imprescindível saber elaborar um bom currículo.
Um bom currículo deve ser claro, objectivo e conciso. Escolha uma fonte de boa leitura em tamanho de letra 12 e fonte Arial, por exemplo, e use negrito apenas nos tópicos. Comece informando o seu nome completo sem abreviações, nacionalidade, idade, estado civil e endereço completo (rua, número, cidade e provincia).
Procure facilitar o contacto por parte da empresa, fornecendo telefone residencial, celular e o endereço de e-mail que você costuma acessar com mais freqüência.
Não é necessário fornecer número da carta de condução, passaporte, cartão de eleitor, atestado de reservista e carteira de habilitação de motorista.
Deixe claro no campo Objectivo profissional o que você pretende fazer e em que área deseja actuar na empresa.
Em Qualificações, procure sintetizar, em poucas linhas, o que sabe fazer e como pode contribuir com o crescimento da empresa. Priorize os pré-requisitos para a vaga, levando em consideração, as tendências de mercado. Enfatize as tecnologias dominadas, bem como o conhecimento em melhores práticas de gestão e gerenciamento de projetos em TI desejados pelo mercado, como ITIL, PMI, entre outros, que possua.
Na secção Experiência, resuma seu histórico profissional informando as empresas para as quais trabalhou, ordenando-as da mais recente para a mais antiga, o período em que passou em cada uma, o cargo e a descrição da suas funções desempenhadas, as responsabilidades e principalmente, os resultados obtidos.
Procure utilizar declarações incisivas. Declarações incisivas são afirmações pautadas em ações e resultados, que informam ao selecionador o que você já fez e é capaz de fazer.
Em Formação, liste os cursos de graduação, pós-graduação e especialização, começando pelo mais recente. Caso ainda não tenha terminado um determinado curso, coloque apenas a palavra cursando. Não se esqueça das certificações, altamente valorizadas pelo mercado de TI – principalmente certificações como Microsoft, Cisco, Oracle, Linux, Java, entre outras - bem como cursos de Pós-graduação, Mestrados e MBAs – que contam muitos pontos a seu favor.
Caso domine algum outro idioma, como o inglês, por exemplo, não deixe de registrar em seu currículo. Experiências no exterior, participação em programas de intercâmbio ou mesmo viagens culturais são sempre muito benquistas e merecem destaque especial.
Informe na seção Actualização profissional cursos específicos, seminários ou congressos que tenha participado e que tenham pertinência com a área desejada. Procure informar, além dos cursos realizados, as escolas e os períodos, observando a ordem cronológica.
Por fim, vale lembrar que se deve evitar mencionar pretensões salariais, a não ser que o empregador exija. E procure ser preciso quanto à ortografia, pontuação e acentuação do texto do currículo. Boa sorte! [Extractos do Texto Retirado do Site do Webinsider]

sexta-feira, 27 de março de 2009

Para Fazer o Portal Corporativo Ajudar nas Vendas

Todo projeto empresarial tem como finalidade melhorar processos para trazer lucro. Sim, pois o lucro é o motivo de existir de todas as empresas.

Ainda assim, muitas empresas criam intranets apenas porque receberam esta diretriz da matriz, ou porque um fornecedor ou agência sugeriu ou porque acreditam, de forma imprecisa, que haverá ganhos nos processos internos da empresa.

Por isso encontramos intranets desenvolvidas sem um plano de vida, paradas e apenas tomando espaço de servidores, tempo dos colaboradores e principalmente de gestores. Desta forma representam apenas um custo adicional.

Por outro lado, é uma satisfação encontrar uma intranet que suporte uma campanha de incentivo de vendas ou outros programas que apoiam ou aperfeiçoam a geração de receitas da empresa. São exemplos que demonstram facilmente que a verba da intranet ou extranet está sendo um bom investimento.

Mas como a ferramenta de portal corporativo pode estar ligada ao melhor desempenho de vendas?

Normalmente através de um treinamento permanente em formato e-learning, através de manuais de conduta e processos ou ainda uma campanha de incentivo de vendas.

O treinamento da força de vendas online é muito comum e muito eficiente se rodado em uma extranet, quando os usuários estão fora da empresa e muitas vezes em diferentes cidades ou estados.

Este modelo de ferramenta traz ótimos resultados, mesmo quando é uma simples publicação de um guia de melhores práticas, ilustrado com casos dos próprios colaboradores. Os bons resultados acontecem quando os vendedores veem o que os outros “mortais” de sua equipe estão fazendo para gerar melhores vendas. E mais ainda quando o time trabalha com varejistas e briga com concorrentes por mais espaços nos pontos de venda.

Em casos mais evoluídos, a empresa cria uma campanha para incentivar o envio de casos de melhores práticas e bonifica ou premia as fotos ou relatos mais interessantes. Estes, por sua vez, são publicados na extranet e abrem os olhos de outros colaboradores que também irão tentar criar seus casos de sucesso. Pronto, isso vira um ciclo virtuoso e sua equipe rapidamente alcança resultados surpreendentes. Nunca viu? Tente, pois vale a pena e o custo de produção e desenvolvimento é baixo.

Para quem já implantou este tipo de campanha ou incentivo e quer algo mais evoluído, o próximo passo é aprimorar o guia de melhores práticas até chegar a um treinamento e-learning, que pode incluir aulas desenvolvidas por professores ou especialistas.

Estes treinamentos contam com provas ou testes simples que também servem para pontuar e premiar os participantes da campanha. E o conteúdo das aulas vai de técnicas de negociação até táticas avançadas de vendas com argumentos próprios de seus produtos e serviços.

Outra recurso muito interessante quando já se tem uma extranet funcionando é utilizá-la para alimentar uma base de dados diária com informações do mercado e do posicionamento de seus produtos e serviços em cada praça ou até em cada ponto de venda.

Para isso, crie um formulário que deve ser preenchido por cada vendedor ou supervisor com informações sobre a quantidade de vendas e prospects do dia. Outro formulário a ser criado pode solicitar dados como o preço dos produtos concorrentes e os nomes dos concorrentes mais presentes. Estas informações podem ser muito valiosas para o corpo gestor da empresa.

Se você é da área de marketing deve estar animado com a possibilidade de melhorar as vendas com a intranet. Mas, a esta altura do campeonato, já deve ter pensado em evoluir ainda mais a ferramenta e torná-la o campo de jogo e suporte para uma campanha de incentivo de vendas. Melhor ainda se a sua ferramenta for extranet e seu time estiver espalhado por aí.

Neste caso podemos pensar em um sistema completo de suporte a campanhas de incentivo de vendas, alinhado às suas atuais regras de negócios e incluindo integração completa com o seu ERP.

Portanto, se determinado vendedor tem meta de vendas de USD 1.000,00/mês e vendeu USD 1.200,00 neste mês, ele pode ganhar pontos automaticamente no programa de incentivo. E os outros vendedores que excederam a meta também ganharão no final de um período (um ano, por exemplo), quando serão premiados os vendedores mais pontuados.

Ainda é possível “tematizar” o ambiente digital, criando uma “guerra” ou uma competição olímpica virtual, cujo objetivo é motivar ainda mais.

É certo que existem muitas outras maneiras de motivar e gerenciar de perto sua equipe de vendas, com a utilização de relatórios gerenciais diários e ferramentas de BI integradas. É só usar a imaginação e alinhar tudo com os objetivos de sua empresa. [Webinsider]

Entenda a Taxa de Rejeição do Seu Site

Se você usa o Google Analytics (que vamos chamar doravante de GA, para simplificar), já deve ter notado a métrica de Bounce Rate (ou taxa de rejeição) do seu site. E que normalmente ela é alta.

Mas o que é esta taxa de rejeição do site?
A primeira coisa a entender é como o GA mede esta taxa de rejeição. Para o GA uma rejeição é quando um visitante entra em uma página do seu site (não importando a origem), permanece na página e sai sem clicar em nada.

Esta é a métrica. Não importa o tempo que o usuário permanece na página, ele pode permanecer o dia inteiro, mas se não clicar em nenhum link, não interagir com o site e simplesmente ler o que tiver que ler e sair do site, para o GA é uma rejeição.

Mais detalhadamente, mesmo que você possua algum tipo de interação no site como mudança de abas, troca de fundo, ou algum tipo de interação via Ajax ou Flash, por exemplo, que não faça uma releitura da página e que não esteja “tagueada” para o GA o usuário não interagiu. Se o visitante copia seu conteúdo, cola em outro lugar, e o ato de copiar e colar não foi capturado e “tagueado”, o usuário não interagiu.

Ou seja, na configuração básica do GA, é necessário o usuário clicar em um link, ir para outra página (pelo menos uma) para ser contado como uma interação e zerar a taxa de rejeição.
Como reduzir a taxa de rejeição do site?

Se seu blog é de informação, de leitura, e você não possui metas definidas, você pode usar o tempo de permanência no site como índice de interação. Ou seja, se o visitante permaneceu X tempo no site, não é uma rejeição.

Antes de aplicar o método de redução da rejeição é importante você ser honesto com você mesmo. Você deve se perguntar: Quanto tempo eu devo usar para rejeitar um visitante? Trinta segundos são suficientes para um usuário ler os meus textos? Se tenho uma rejeição alta não será necessário rever como escrevo as minhas matérias? Os usuários estão encontrando o que procuram no meu site?

Reduzir, ou eliminar completamente, os índices de taxa de rejeição pode impedir que você tenha uma visão crítica sobre a qualidade do seu conteúdo e sobre o que os visitantes estão procurando no seu site e não encontrando.
Solução

Uma maneira de reduzir a taxa de rejeição é contar o tempo que o usuário permanece na página sem interagir. Assim como considerar somente um clique como uma interação, esta metodologia pode levar a erros de análise e interpretação. Use com bom senso e tenha este fato sempre em mente. Faça um teste temporário e se estiver satisfeito continue; senão, ajuste o tempo ou remova esta contagem.

Para contar o tempo basta inserir um JavaScript bem simples no template das páginas do seu site que crie um pageview falso; isto é, simule um clique em algum link que não existe em seu site. Como a página não existe, ao informar os pageviews do seu site tenha o cuidado de remover esta ação, porque um pageview já foi contabilizado ao visitante acessar a página e este pageview adicional serve somente para reduzir a taxa de rejeição.

Este código faz este trabalho

O tempo é contado em milésimos de segundo, ou seja, 60.000 significa um minuto, 30.000 meio segundo e assim por diante.

O parâmetro “no_click” indica que o usuário permaneceu pelo menos um minuto na página sem interagir de acordo com o exemplo. No GA ao verificar as páginas acessadas você encontrará a página “no_click” e isto indicará a você quantos usuários permaneceram no site sem clicar em nada. O tempo mínimo deverá ser o tempo definido na chamada do pageview e sua taxa de rejeição deverá ser reduzida.
Conclusão

Eu já estou testando em todos os meus blogs, assim que eu tiver novidades a respeito dos números eu atualizo vocês. [Webinsider]